LISTAS - Os maiores PERRENGUES em viagens... (pt. 1)
Já dizia o velho ditado: Nem tudo são flores... E por mais que a gente se planeje e se prepare, sempre estamos sujeitos a imprevistos quando viajamos. A verdade é que na vida, de um modo geral, bem poucas coisas estão sob nosso controle, mas às vezes só nos damos conta disso quando algo ruim e inesperado acontece! E pode ter certeza: você JAMAIS encontrará alguém que viaja bastante e que nunca passou por no mínimo um perrengue feio... Tá se identificando? Bem-vindo(a) ao time! 😂
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Eu não podia imaginar que por causa desse paraíso, eu quase conheceria... O Paraíso! 😲

Hoje resolvi, então, listar os maiores desses problemas que tive em viagens. Houve outros, mas esses são os principais. Alguns são situações tragicômicas, daquelas que na hora são terríveis, mas que depois viram histórias pra contar dando risada; outros foram sustos mais sérios, mas felizmente, no fim nada realmente grave aconteceu!

 

Pra ficar mais fácil de lembrar, coloquei em ordem cronológica, e pra que não fique muito grande, dividi em 2 artigos - o 2º só está esperando a lista crescer um pouco mais pra ser finalizado e publicado! 😂

 

 

 

  • UM MIJÃO EM NOVA YORK:

 

Já vou começar pela história mais constrangedora! 😂 Eu tinha 12 anos e estava com minha família no barco que leva até a ilha da Estátua da Liberdade. Antes de partir eu já estava bem apertado, mas resolvi segurar e usar o banheiro do barco... No entanto, logo após zarparmos, descobri que ele não tinha banheiro!! O trajeto demorava um pouco e não dava tempo de chegar na ilha, porque minha bexiga ia explodir! Segurei o máximo que deu, até que o desespero foi tamanho, que eu subi no deck (cheio de gente) e me espremi num espaço que não devia ter mais que 30cm de largura, entre a cabine de comando e um outro compartimento. Fiz minha mãe e minha irmã vigiarem e fiquei uns 2 minutos aliviando ali mesmo! Porém, quando saí, vimos que o tal compartimento era suspenso do chão, e com o balanço do barco, todos aqueles litros de xixi começaram a vazar e se espalhar por todo o chão do deck!! Todo mundo começou a estranhar e olhar pra mim, e eu entrei em pânico... Assim que o barco atracou, saí correndo sozinho para a ilha, que nem um foguete, com medo de me pegarem! 😂 Me escondi numa árvore e via, de longe, minha família me procurando, mas só os chamei muito tempo depois, quando eles passaram perto de mim! Aí fizemos todo o passeio com receio de algum tripulante ou policial vir atrás de mim ou do meu pai, mas no fim conseguimos retornar pra Manhattan sem maiores problemas... Ufa!! 😂

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Mau humor no barco para a Estátua da Liberdade? Não, eu estava segurando o xixi mesmo (e prestes a passar uma das maiores vergonhas da minha vida)! 😂

 

 

 

  • PEGANDO O ÔNIBUS ERRADO E INDO PARAR NA PQP:

 

Isso aconteceu 2 vezes. Na primeira, eu era recém-chegado a Buenos Aires (fiz um intercâmbio universitário lá) e, saindo da faculdade, pedi informação pra um cara sobre como poderia chegar onde eu morava. Ele indicou um ônibus e eu fui. Seria um trajeto de uns 15 minutos, mas comecei a estranhar porque não estava passando por nenhuma rua conhecida. Pensei que ele iria antes até algum lugar mais distante e depois retornaria pra onde eu queria ir, mas o tempo foi passando e nada... Uma hora depois, não tinha mais ninguém dentro do ônibus e ele começou a passar por uns lugares muito feios e escuros! Fui então perguntar ao motorista quando chegaríamos ao Congresso, e para meu desespero, ele falou, com um mau humor do cão: "Esse ônibus não passa pelo Congresso"! Perguntei o que eu poderia fazer e ele mandou eu descer no próximo ponto e esperar por uma linha que passava por ali e que ia até perto do Congresso. Segui a orientação dele, mas quando desci e me dei conta (?) do lugar em que eu estava, deu vontade de chorar... Isso porque na verdade, eu não tinha a MÍNIMA ideia de onde eu estava (na época não tinha celular com internet), e pra piorar, era um lugar bem sinistro, quase uma favela. Já eram umas 23h e eu estava ali, sozinho e com uma fome absurda. Fiquei no ponto por meia hora, me borrando de medo, até que finalmente passou o tal ônibus e eu encarei mais 1h de viagem, até finalmente chegar em casa. Depois procurei no mapa onde eu tinha estado, e seria mais ou menos equivalente a dizer que eu estava em São Paulo, na Av. Paulista, e queria ir até Pinheiros, mas fui parar em Itaquera!! 😲 A segunda vez foi na Costa Rica e me custou um dia inteiro da curta viagem que eu fiz pelo país. Como expliquei nesse artigo, eu não tive tempo pra me planejar direito, e no 1º dia me informei sobre como poderia ir para o Vulcão Poás, que fica mais ou menos perto da capital San José (onde eu estava). De novo, me indicaram um ônibus errado e eu perdi horas atravessando 2 cidades zoadas (Alajuela e Heredia) à toa. Depois troquei para o ônibus certo, mas quando finalmente comecei a me aproximar do parque nacional onde fica o vulcão, já começava a anoitecer. Por causa do "trauma" de Buenos Aires, desisti e tive que fazer todo o caminho de volta, sem visitar o vulcão... E no dia seguinte, acertei o caminho e cheguei lá, mas tinha tanta neblina que eu não consegui ver quase nada! 😞

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Tanto perrengue pra no fim ver... Isso!! 😞

 

 

 

  • FICANDO SURDO E TRINCANDO A COSTELA NA MESMA SEMANA:

 

Logo no início do meu 2º intercâmbio, em San Diego (EUA), aconteceram vários incidentes - ainda bem que depois, as coisas se normalizaram!! Dois deles me fizeram ir ao hospital (graças a Deus eu tinha seguro saúde)... O primeiro foi uma coisa totalmente estúpida: eu resolvi tomar um banho de banheira, afundei a cabeça e entrou muita água nos meus ouvidos. Não saía de jeito nenhum, e quando fui passar cotonete, piorou! Senti meus ouvidos "taparem", mas como já estava tarde, fui dormir daquele jeito mesmo. Quando acordei, estava quase totalmente surdo e com uma sensação muito incômoda de água dentro da cabeça! Tive que ir para o hospital e fui atendido por um enfermeiro sem noção, que ficou enfiando uns instrumentos de metal nos meus ouvidos e me fez GRITAR de dor!! Me deram uns remédios pra pingar por uma semana, mas não ajudou muito. Depois de uns dias, voltei ao hospital, não só porque os ouvidos ainda estavam ruins, mas porque eu tinha ido jogar futebol na praia e um árabe FDP do outro time me deu uma cotovelada que me fez ver estrelas... Aí, um clínico geral me examinou e soltou duas bombas: a pancada tinha trincado uma costela, e meus tímpanos poderiam estar furados!! Foi desesperador! Ele mandou não fazer esforço e continuar pingando o remédio, e caso não sarasse, eu teria que retornar. Mas felizmente, em 3 dias os ouvidos desentupiram e a audição voltou ao normal! Já a dor na costela demorou umas 3 semanas pra sumir, mas mesmo assim não precisei ir mais ao hospital... Ufa!!

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Era pra ser só uma inocente partida de beach soccer... (sou eu com a bola)

 

 

 

  • CAINDO NUM BUEIRO NO 1º DIA DE VIAGEM:

 

Logo no 1º dia após o fim do meu curso em San Diego, eu iniciei uma viagem de mais de 1 mês pela Califórnia e América Latina... E logo nele, sofri um acidente em que milagrosamente não quebrei nada - o que ferraria com toda a viagem!! Fui pra Long Beach visitar um brother americano do intercâmbio anterior (em Buenos Aires), que morava nessa cidade ao sul de Los Angeles. Estávamos andando na frente do famoso navio Queen Mary, que fica atracado lá, olhando pra ele; de repente, eu simplesmente caí num buraco enorme que havia no chão! Acho que estavam construindo um bueiro ali, mas não deixaram nenhuma sinalização! Minha "sorte" foi ele não ser mais profundo (mas eu só fiquei com os braços e a cabeça pra fora!), e eu ter caído de pé. Ralei bem as mãos e bati a coxa tão forte em algo dentro do buraco, que mesmo com a calça jeans protegendo, a pele saiu e eu fiquei com um hematoma enorme, que depois virou uma marca que só sumiu totalmente depois de 1 ANO! Na hora, a situação foi tão bizarra que, mesmo com a dor, eu e o meu amigo tivemos uma crise de riso, e só depois de uns minutos que conseguimos parar de rir e ele me ajudou a sair do buraco! 😂 Até hoje lembro dele falando: "Cara, eu estava andando do seu lado e de repente você simplesmente... Sumiu!!" 😂

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Minha coxa, alguns dias depois do acidente em Long Beach...

 

 

 

  • "QUASE MORTE" NO MAR DO CARIBE:

 

Essa foi séria. E aconteceu na mesma viagem dos 2 itens anteriores... Eu já tinha feito todos os passeios que queria na região de Cancún (México) e resolvi tirar meu último dia na cidade pra ficar apenas relaxando na praia. Deixei tudo no hostel e fui sozinho pra uma praia mais distante. Era fim de tarde de um domingo fora de temporada, então não havia ninguém lá. Eu ainda não tinha almoçado e estava com uma ressaca desgraçada da balada da noite anterior, então resolvi entrar na água pra dar uma acordada. O Mar do Caribe é maravilhoso! Eu simplesmente esqueci da vida e fui nadando de um tom azul até o outro. Já fazia um tempo que não dava mais pé e eu estava cansado de nadar, mas quando olhei pra trás pra começar a voltar, vi que eu estava BEM longe da praia... A correnteza tinha me puxado sem eu perceber! Aí eu, que já estava quase sem fôlego, tentava nadar e não só não saía do lugar, como às vezes era puxado mais para o fundo! Não tinha ninguém na praia pra ajudar e eu comecei a ficar desesperado... O ar não vinha mais e minha visão começou a embranquecer! Eu estava realmente MAL. Já no limite da força, comecei a falar em voz alta: "Meu Deus, me ajuda... Não posso morrer aqui!". Ninguém no mundo sequer sabia que eu estava ali! Foi aí que eu tenho certeza que Ele me ouviu e me salvou - e desde então eu sou grato por isso. Apesar da correnteza, o mar estava calmo, mas nesse momento começaram a vir algumas ondas... Com cada uma delas, eu nadava junto o máximo que podia, e lentamente fui conseguindo voltar pra uma área onde dava pé. Quando cheguei nela eu já estava quase desmaiando, mas resisti pensando que o pior já tinha passado! Aí consegui começar a caminhar, e quando cheguei na areia, eu desabei. Não cheguei a perder os sentidos, mas devo ter levado uns 15 minutos pra parar de engasgar, soluçar e de respirar como um asmático... Foi terrível! Depois, fui quase me arrastando até um restaurante e comi um prato gigante de nachos pra me recompor 😂

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Essa realmente foi quase a última foto da minha vida!! 😲

 

 

 

  • SALVO POR SÃO PEDRO:

 

Eu tinha passado o dia nos Museus do Vaticano e, no fim da tarde, fui conhecer uma das construções mais magníficas do mundo: a Basílica de São Pedro! Na hora de passar pela segurança, esvaziei meus bolsos e achei que tinha algo faltando... CADÊ MEU PASSAPORTE??!! Gelei, até porque eu viajo com passaporte italiano e sequer tenho um brasileiro! O que eu teria que fazer então? Ir à delegacia? Mas como iam acreditar num "italiano" que, na época, não falava quase nada de italiano? E o tempo que isso ia me custar?! Apesar disso, tentei manter a calma pra poder visitar a Basílica, já que eu tinha passado um tempo na fila. Dei uma volta lá dentro, me maravilhei, mas o nervosismo acabou me fazendo ir rápido e deixar pra visitar tudo com calma num outro dia. Antes de sair fiz uma prece - e claro que incluí um pedido pra encontrar meu passaporte! 😂 Eu tinha quase certeza que não tinha sido roubado, porque estava com uma bermuda com zíper nos bolsos. Só que eu sou MUITO distraído. Então, provavelmente eu tinha tirado ele em algum momento e o esqueci em algum lugar! Voltei correndo ao restaurante em que eu tinha comido. Nada. Fui até a loja de souvenirs em que eu tinha passado. Nada. Concluí que eu devia ter deixado o passaporte no balcão da bilheteria do museu, quando o tirei pra apresentar. Mas à essa altura, já estava tudo fechado, e pra piorar, no dia seguinte o Vaticano não abriria! O jeito foi ir falar com um guarda suíço (aqueles caras que usam uma roupa engraçada) na Praça de São Pedro, e explicar a situação. Ele mandou eu ir até um portão do Vaticano, pra falar com um colega dele. Pra minha surpresa, esse outro guarda falava português, amava o Brasil e foi muito prestativo! Disse que me liberaria pra entrar no interior do Vaticano, pra que eu pudesse ir até a Gendarmeria. Com isso, acabei conhecendo uma parte do menor país do mundo que é fechada para os turistas (eles só podem ir nos Museus e na Basílica)! Quando cheguei lá, me levaram até o setor de achados e perdidos, que era EXTREMAMENTE organizado, e me disseram "todos os dias, centenas de coisas são perdidas no Vaticano"... Aí pediram meu nome e voltaram com uma pasta que já tinha todos os meus dados, com o meu passaporte dentro!! Fiquei tão aliviado que exclamei "GRAZIE A SAN PIETRO!", e o guarda suiço respondeu na hora: "No, grazie a noi"!! 😂 Pra comemorar e dar uma relaxada, comprei uma cerveja e fiquei sentado no meio da Praça de São Pedro, vendo o sol se por 😄

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Um brinde à Guarda Suíça e a São Pedro (na praça dele!), que me ajudaram a achar meu passaporte italiano perdido... GRAZIE A DIO. Salute!!

 

 

 

  • VOO ATRASADO, VIAJANTE ESTRESSADO:

 

Uma lista de perrengues em viagens não seria completa sem uma história de voo atrasado que acabou ferrando o viajante em alguma coisa! No caso, eu estava em Manila (Filipinas) e tinha um voo pra Bangkok (Tailândia), por volta das 21h. Eu ia chegar antes da meia noite e dormir num hotel ao lado do aeroporto, porque na manhã seguinte teria que ir para o outro aeroporto da cidade e finalmente pegar um voo pra Yangon (Myanmar), que era a parte mais esperada da viagem (saiba porque aqui!). Porém... Eu já estava na sala de embarque, quando anunciaram que o voo sairia com atraso de 1h. Depois, mais 1h. De novo. E de novo. No fim, decolei 4 horas depois do planejado. É muito difícil eu dormir em avião, e pra piorar, era uma companhia low cost com aqueles assentos bem desconfortáveis. Passei o voo todo acordado e esfomeado (não deram nada pra comer!), ainda tive que andar muito no imenso aeroporto de Bangkok e, pra completar, peguei um táxi em que, é claro, o motorista me sacaneou (depois, ao voltar pra Bangkok, eu constatei que todo mundo lá tenta te dar pequenos golpes o tempo todo)... Ele cobrou 5 vezes mais do que deveria e não falava nada de inglês (ou fingia que não falava), mas eu estava cansado demais e com o saco muito cheio pra brigar, então paguei. Consegui deitar na cama às 5 da manhã e tive que levantar às 7 pra seguir viagem. Já não bastasse isso, eram meus primeiros dias na Ásia e eu ainda estava bem afetado pelas 10 horas de diferença do fuso, então imagine o meu estado quando cheguei em Yangon... Pior que eu só teria aquele dia e o seguinte pra conhecer a cidade (que é cheia de atrações), então não tive escolha: fui pra rua mesmo assim, me arrastando! Pelo menos, fui compensado com o esplendor da construção mais magnífica do mundo, que me tomou todo esse primeiro dia e parte da noite também! 😃

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Os óculos escuros são para o sol, para o brilho do ouro do pagode (templo budista) Shwedagon e para as OLHEIRAS causadas pelo meu perrengue filipino-tailandês-birmanês! 😂

 

 

 

  • NO LIMITE DA EXAUSTÃO:

 

Essa foi na mesma viagem do item anterior. Mesmo depois de me adaptar ao fuso, meu estado de cansaço não mudou muito; eu cometi um erro que serviu de lição, pra não repetir mais: planejei uma viagem longa demais (1 mês ininterrupto) para o ritmo insano em que eu costumo viajar, que é acordar cedo, passar o dia todo e parte da noite andando MUITO (pra conseguir conhecer o máximo de coisas possíveis), e a cada 2 ou 3 dias me deslocar pra outro destino. Na Ásia, ainda tiveram agravantes: fuso horário maluco, calor fortíssimo, todos os trechos foram de avião (muito tempo é perdido com isso) e em algumas cidades, nós (eu e meu primo) ainda saíamos à noite. Na 3ª semana já estávamos exaustos, e aí tivemos um dia realmente de cão: acordamos bem cedo em Kuala Lumpur (Malásia); viajamos até o aeroporto, que fica bem longe da cidade; esperamos o voo; embarcamos; descemos em Surat Thani, no interior da Tailândia; espera; mais 3 horas num ônibus zoado; mais espera; ferry boat até Koh Pha Ngan, com escala em Koh Samui; fomos para o hostel, onde descobrimos que, mesmo com uns 35º C, colocaram a gente num quarto sem ar condicionado, sem janela e com uma única cama de viúva, pra nós dois dividirmos!! Totalmente sem condições... Pra piorar, tanto o hostel quanto a própria ilha estavam lotados, por causa da famosa Full Moon Party. Por "sorte", achamos um hotel (bem mais caro) na internet, ali na hora, e encaramos mais uns 40 minutos numa caçamba de caminhonete - em ruas de terra - pra chegar lá. Conseguimos nos acomodar umas 21h, sendo que o dia tinha começado às 7 (fora o cansaço acumulado de 3 semanas viajando como loucos). E ainda tinha a festa pra ir... Obviamente, aproveitamos bem pouco. E de novo, quase não dormimos, pra podermos ir, na manhã seguinte, para o maravilhoso arquipélago de Ang Thong - que foi o que salvou essa etapa da viagem! O duro foi fazer o passeio tão extenuado e ainda passar mal no barco - quando acabou, eu estava MORTO! Mas pelo menos a beleza do lugar compensou 😊

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O "amor" pela festa ficou só no colete mesmo...

 

 

 

Até a próxima viagem! =)

 

 

 

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